quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Gametângios

chamam-se gametângios aos órgãos das plantas, fungos e muitos protistas
onde são produzidos os gametas,por similaridade com os esporângios que são os
órgãos onde são produzidos os esporos , normalmente não sexuados.

Diferentemente dos animais,em que os gametas são produzidos por meiose em órgãos
Diplóides as gónodas nos restantes seres vivos pluricelulares são produzidos órgãos
Haplóides, por meiose.
Nas espermatófitas (as plantas que produzem sementes), os gametângios são:
• Ovário - o feminino (que, nas gimnospérmicas, como o pinheiro, se denominam megasporófilos - as escamas das pinhas); e
• Antera - o masculino (que, nas gimnospérmicas se denominam microsporófilos - as escamas dos cones masculinos).
Nos restantes grupos de plantas verdes, como as pteridófitas e briófitas, os gametângios denominam-se:
• Arquegónio- o feminino; e
• Anterídeo- o masculino.

Criptógamas



Criptógama é um termo taxonomicamente obsoleto, utilizado para referir-se às plantas (no sentido abrangente) que não produzem sementes, flores ou frutos e que se reproduzem por meio de esporos. Os principais grupos incluem líquenes, musgos, algas e fetos.


As criptógamos são cujas estrutura reprodutiva não são visíveis. Dentro das criptógamas está um outro grupo, o das briófitas e pteridófitas. As briófitas são plantas avasculares, isto é, não possuem vasos condutores de seiva, a sua nutrição é feita de célula por célula, lentamente, e já as pteridófitas são vasculares, elas já possuem vasos condutores de seiva. Ex de briófitas: musgos e hepáticas, ex de pteridófitas: samambaia, avenca e xaxim. As briófitas e as ptridófitas vivem em lugares úmidos e sombreados. Elas precisam da água



fanerogramas



Fanerógamas: são plantas que possuem raiz, caule, folha e semente, algumas possuem frutos e outras não. As fanerógamas são divididas em outros grupos também, como as criptógamas. Elas são divididas em gmnospermas, e angiospermas. As gmnospermas possuem semente nuas, ou seja que não são protegidas pro frutos, e as angiospermas não tem suas sementes nuas, elas já são protegidas por um fruto. As angiospermas são divididas em outra classe, as monoticoledôneas e as dicotiledôneas. As monocotiledôneas são as que possuem apenas um cotilédone e as dicotiledôneas possuem dois cotilédones (cotilédone é uma folha modificada que tem uma substância nutritiva que alimente o embrião na fase inicial de seu desenvolvimento). Já falando das gmnospermas, os exemplos mais conhecidos dessa planta são as coníferas, isto é, elas tem um estrutura reprodutora chama de cones ou estróbilos. Ex de gminospermas: cedro, pinheiro-do-paraná e pínus, ex de angiospermas: mangueira, jaqueira, abacateiro,
tomateiro (dicotiledôneas), milharal, bambuzal (monocotiledôneas





Briófitas



As briófitas são características de ambientes terrestre úmido, embora algumas apresentem adaptações que permitem a ocupação dos mais variados tipos de ambientes, resistindo tanto à imersão, em ambientes totalmente aquáticos, como a desidratação quando atuam como sucessores primários na colonização, por exemplo, de rochas nuas ou mesmo ao congelamento em regiões polares.
As briófitas são organismos multicelulares autótrofos, de pequeno porte, a grande maioria não ultrapassa 30cm. Vivem em ambientes úmidos e sombreados; não possuem sistema de vasos condutore.
As briófitas podem apresentar três tipos de reprodução
1. Gamética: m condições adequadas de umidade, os anterozóides pequenos e biflagelados são liberados pelo rompimento da parede do anterídio, enquanto as células do canal do arquegônio rompem-se, liberando um fluido que direciona os anterozóides até a oosfera, havendo então a fecundação;
2. Espórica: A liberação dos esporos ocorre através de movimentos higroscópicos dos dentes do peristômio. Esses movimentos são devidos a variação da umidade do ar;
3. Vegetativa - 4 formas de reprodução:
• Fragmentação: desenvolvimento de fragmentos do talo em outro indivíduo.
• Gemas (ou propágulos): estruturas especialmente diferenciadas, com forma definida, que darão origem a um novo indivíduo. As gemas são produzidas dentro de estrutas em forma de taça denominadas conceptáculos.
• Aposporia: desenvolvimento do esporófito em gametófito sem que ocorra meiose. Normalmente ocorre a partir de um fragmento da seta cuja regeneração origina um gametófito. Pode resultar na formação de organismos poliplóides.
• Apogamia: desenvolvimento do gametófito em esporófito sem que haja fecundação. Pode ocorrer não apenas a partir de gametas, mas também de filídios ou do própio protonema.
fecundação ocorre sempre com a participação da água. O protalo é uma estrutura, geralmente, pequena, verde e em forma de lâmina vivendo acima do solo. Em alguns casos ele pode ser saprófita e ser encontrado dentro do solo, sendo neste caso incolor. Não importando sua forma ele tem um período de vida curto não ultrapassando algumas semanas (em situações especiais caso não haja a fecundação o protalo pode viver durante anos).




pteridofitas



As pteridófitas são plantas diferentes das briófitas pelo fato de já possuírem um sistema vascular. Por esse fato, possuem uma estatura um pouco maior que os musgos, porém pequena se comparada com as angiospermas. Vivem em ambientes úmidos, possuem raiz e caule definido, podendo ser epífias (vivem sobre o tronco de árvores) ou aquáticas. Os principais exemplos de pteridófitas são as samambaias e as avencas.

A estrutura principal de uma pteridófita é o esporófito, que possui várias pequenas estruturas relativamente circulares chamadas soros, responsáveis pelo processo de reprodução. Nessa época, os soros tornam-se pardos e em seu interior são produzidos os esporos, que levados pelo vento, germinam e dão origem a uma nova planta, isso se houver condições ideais.

Essas plantas são importantes, pois servem na ornamentação de ambientes, na fabricação de xaxins e no âmbito ecológico, pois são a base da cadeia alimentar de muitos seres vivos.



O seu ciclo de vida possui duas fases alternantes: a fase gametofítica (gametófito) e a fase esporofítica (esporófito). Nas pteridófitas, o esporófito é a fase dominante, de maior porte, ao contrário do que acontece nas briófitas (ou musgos), grupo que antecede as pteridófitas.
O esporófito produz esporos, que são dispersados pelo vento. Os esporos possuem metade do número cromossômico (n) do esporófito (2n), e, ao cairem no solo em condições favoráveis de nutrientes e água, germinam dando origem ao protalo. O protalo é um indivíduo geralmente insignificante e de vida curta que produz gametas para dar origem a uma nova planta.
O gametófito é a fase de vida transitória, e normalmente não é enxergado a olho nu. Em muitas espécies, é preciso que haja uma relação simbiótica entre o gametófito e espécies de fungo do solo para que o primeiro consiga sobreviver. O gametófito produz estruturas "sexuais" que irão dar origem a gametas "masculinos" (anterozóides) e "femininos" (oosferas). Para que haja a fecundação é precisa a presença de água. Do zigoto formado pela fusão dos gametas cresce então um esporófito com o número total de cromossomos (2n).

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Samanbaia



Angiospermas
Atualmente são conhecidas cerca de 350 mil espécies de plantas - desse total, mais de 250 mil são angiospermas.
A palavra angiosperma vem do grego angeios, que significa 'bolsa', e sperma, 'semente'. Essas plantas representam o grupo mais variado em número de espécies entre os componentes do reino Plantae ou Metaphyta.
Flores e frutos: aquisições evolutivas
As angiospermas produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. Considerando essas estruturas, perceba que, em relação às gimnospermas e Angiospermas.
Atualmente são conhecidas cerca de 350 mil espécies de plantas - desse total, mais de 250 mil são angiospermas.
A palavra angiosperma vem do grego angeios, que significa 'bolsa', e sperma, 'semente'. Essas plantas representam o grupo mais variado em número de espécies entre os componentes do reino Plantae ou Metaphyta.
Flores e frutos: aquisições evolutivas
angiospermas produzem raiz, caule, folha, flor, semente e fruto. Considerando essas estruturas, perceba que, em relação às gimnospermas, as angiospermas apresentam duas "novidades": as flores e os frutos.
A flor e o fruto do maracujá
As flores podem ser vistosas tanto pelo colorido quanto pela forma; muitas vezes também exalam odor agradável e produzem um líquido açucarado - o néctar - que serve de alimento para as abelhas e outros animais. Há também flores que não têm peças coloridas, não são perfumadas e nem produzem néctar.
Coloridas e perfumadas ou não, é das flores que as angiospermas produzem sementes e frutos.
As partes da flor
Os órgãos de suporte – órgãos que sustentam a flor, tais como:
pedúnculo – liga a flor ao resto ramo;
receptáculo – dilatação na zona terminal do pedúnculo, onde se inserem as restantes peças florais;
órgãos de proteção – órgãos que envolvem as peças reprodutoras propriamente ditas, protegendo-as e ajudando a atrair animais polinizadores. O conjunto dos órgãos de proteção designa-se perianto. Uma flor sem perianto diz-se nua.
cálice – conjunto de sépalas, as peças florais mais parecidas com folhas, pois geralmente são verdes. A sua função é proteger a flor quando em botão. A flor sem sépalas diz-se assépala. Se todo o perianto apresentar o mesmo aspecto (tépalas), e for semelhante a sépalas diz-se sepalóide. Neste caso diz-se que o perianto é indiferenciado;

corola – conjunto de pétalas, peças florais geralmente coloridas e perfumadas, com glândulas produtoras de néctar na sua base, para atrair animais. A flor sem pétalas diz-se apétala. Se todo o perianto for igual (tépalas), e for semelhante a pétalas diz-se petalóide. Também neste caso, o perianto se designa indiferenciado;
órgãos de reprodução – folhas férteis modificadas, localizadas mais ao centro da flor e designadas esporófilos. As folhas férteis masculinas formam o anel mais externo e as folhas férteis femininas o interno.
androceu – parte masculina da flor, é o conjunto dos estames. Os estames são folhas modificadas, ou esporófilos, pois sustentam esporângios. São constituídas por um filete (corresponde ao pecíolo da folha) e pela antera (corresponde ao limbo da folha);
gineceu – parte feminina da flor, é o conjunto de carpelos. Cada carpelo, ou esporófilo feminino, é constituído por uma zona alargada oca inferior designada ovário, dado que contém óvulos. Após a fecundação, as paredes do ovário formam o fruto. O carpelo prolonga-se por uma zona estreita, o estilete, e termina numa zona alargada que recebe os grãos de pólen, designada estigma. Geralmente o estigma é mais alto que as anteras, de modo a dificultar a autopolinização.
Os frutos contêm e protegem as sementes e auxiliam na dispersão na natureza. Muitas vezes eles são coloridos, suculentos e atraem animais diversos, que os utiliza como alimento. As sementes engolidas pelos animais costuma atravessar o tubo digestivo intactas e são eliminadas no ambiente com as fezes, em geral em locais distantes da planta-mãe, pelo vento, por exemplo. Coloridos e e suculentos ou não, os frutos abrigam e protegem as sementes e contribuem para a sua dispersão na natureza. Isso favorece a espécie na conquista de novos territórios.
Os dois grandes grupos de angiospermas
As angiospermas foram subdivididas em duas classes: as monocotiledôneas e as dicotiledôneas.
São exemplos de angiospermas monocotiledôneas: capim, cana-de-açúcar, milho, arroz, trigo, aveias, cevada, bambu, centeio, lírio, alho, cebola, banana, bromélias e orquídeas.
São exemplos de angiospermas dicotiledôneas: feijão, amendoim, soja, ervilha, lentilha, grão-de-bico, pau-brasil, ipê, peroba, mogno, cerejeira, abacateiro, acerola, roseira, morango, pereira, macieira, algodoeiro, café, jenipapo, girassol e margarida.




Gmnosperma

A grande evolução neste grupo de plantas foi o surgimento da semente. As sementes destas plantas não estão protegidas pelo fruto, como nas angiospermas, porém a semente garante enorme proteção e alimentação ao embrião.
O grupo das gimnospermas atuais é composto de quatro filos:
- Cycadophyta
- Ginkgophyta
- Conipherophyta
- Gnetophyta
As gimnospermas possuem raízes, caule, folhas e sementes, mas não apresentam frutos.
Os óvulos e as sementes de gimnospermas são expostos ao ambiente pelos esporofilos. A semente é o óvulo maduro portador de um embrião.
As gimnospermas são heterosporadas e portadoras de megafilos.
Diferente das outras plantas estudadas anteriormente, as gimnospermas produzem vários arquegônios com oosferas e, consequentemente, vários embriões podem ser formados, porem apenas um sobrevive. Esse processo chama-se poliembrionia e ocorre em apenas um óvulo.
Outro avanço das gimnospermas é a independência de água para a fecundação, pois surge o grão de pólen, que é o gametófito masculino em desenvolvimento, que se completa quando fecunda a oosfera.
O processo de dispersão do grão de pólen é chamado de polinização. Quando o grão de pólen encontra o arquegônio, um tubo polínico é formado e depois se rompe, liberando anterozóides multiflagelados que nadam até o arquegônio fecundando a oosfera. A função do tubo polínico é levar o gameta até a oosfera, para que ele não dependa de água para a fecundação.
A estrutura de reprodução é chamada de estróbilo e há plantas monóicas e dióicas.
As gimnospermas são plantas vasculares que possuem sementes nuas (gimnus = nu; spermos = semente), ou seja, as sementes formadas não são envolvidas pelo ovário desenvolvido (por um fruto), mas inseridas em uma camada superficial constituída por escamas reunidas em forma cônica (estróbilo / pinha = estrutura reprodutiva). Dessa forma, são vegetais que não possuem frutos.
O grupo das angiospermas se caracteriza pela presença de frutos envolvendo as sementes. Esses frutos se originam de partes das flores das angiospermas, que são as flores propriamente ditas. As angiospermas foram o último grupo a se diferenciar, portanto são vasculares, fanerógamas, possuem frutos, raízes, caules e folhas, e também independem da água para a reprodução.
São muito abundantes na Terra, e ocupam os mais diversos ambientes. Assim sendo, têm grande importância na produção de matéria orgânica (por produzirem a partir da luz solar e servirem de alimento para animais).
Assim como nas gimnospermas, há alternância de gerações (gametófita e esporófita), com predominância da esporofítica, e a flor é e estrutura responsável pela reprodução sexuada, com diferenças nas estruturas floral.

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